Home Data de criação : 09/07/26 Última atualização : 10/03/07 11:58 / 42 Artigos publicados
 

Dōjō [道場]  (Karatedō) escrito em terça 16 fevereiro 2010 15:25

 

Normalmente quando iniciamos nosso treinamento de Karatedō [空手道] o Professor nos passa a informação de que a sala onde treinamos se chama Dōjō [道場]... de fato uma realidade.

Contudo, poucos Professores explicam o real significado deste termo.

Traduzindo literalmente temos:

  • Dō [道] - caminho, estrada, via;
  • Jō [場] - localização, lugar.

Sendo assim, a melhor tradução possível para a palavra Dōjō [道場] é “o lugar (Jō [場]) onde se pratica o Caminho (Dō [道])”.

Nas Artes Marciais a expressão Dō [道] tem um sentido “espiritual”. Contudo, cuidado! A referida “espiritualidade” nada tem a ver com religião...

O Dōjō [道場] está dividido em:

  • Kamiza [上座] - "Assento Superior";
  • Shimoza [下座] - "Assento Inferior";
  • Jōseki [上席] - "Lugar Superior";
  • Shimozeki [下席] - "Lugar Inferior".

Kamiza [上座][1] é o lugar onde se sentam o Professor e seus convidados.

Shimoza [下座][2] é o lugar onde os alunos sentam-se. O aluno mais graduado senta-se mais à esquerda do Professor. O aluno menos graduado senta-se mais à direita do Professor.

Quando existir(em) "Professor(es) Auxiliar(es)", estes sentam-se no Jōseki [上席][3]. Ou, se alguém for chamado para demonstrar alguma técnica com o Professor, quando nada estiver sendo feito, este aluno senta-se no Jōseki [上席].

Quando não houver espaço no Shimoza [下座], os alunos menos graduados sentam-se no Shimozeki [下席][4].

Mesmo que a palavra Kamiza [神座] também possa ser traduzida como “Local dos Deuses”, não é este o fato nas Artes Marciais... (Confusão muito comum em nossos dias).

Devemos ter sempre em mente que na Língua Japonesa existem muitas palavras que possuem a mesma pronúncia, mas que têm significados diferentes. No caso de “Kamiza”... basta verificar os Kanji [漢字] para confirmar isso:

  • Kamiza [上座] - "Assento Superior"; e
  • Kamiza [神座] - “Local dos Deuses”.

A expressão Kamiza [上座], dentro do contexto Marcial, se deve ao fato de que antigamente, nos Dōjō [道場], a parte da sala onde o mestre sentava ficava um pouco mais elevada (estruturalmente falando) do que a sala em si, daí o termo “Assento superior”.

Não obstante, em nossos dias é “normal” vermos Instrutores/Professores/Mestres confundindo muitos conceitos (por desconhecimento, acomodação ou falta de estudo) e passando a seus alunos informações equivocadas no que se relaciona não somente a expressão Dōjō [道場] e suas partes, mas também a muitos outros termos japoneses utilizados no Karatedō [空手道].

{#} Denis Andretta [デニスアンドレッタ]

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Referências:

GOULART, Joséverson. Dōjō. Disponível em: http://judoforum.com/blog/joseverson/index.php. Acesso em 20 de Novembro de 2006.



[1] Kamiza [上座] - Assento Superior.

[2] Shimoza [下座] - Assento Inferior.

[3] Jōseki [上席] - Lugar Superior.

[4] Shimozeki [下席] - Lugar Inferior.

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Shoshinsha [初心者]  (Karatedō) escrito em terça 16 fevereiro 2010 15:15

A partir de hoje postarei algumas informações que julgo ser importantes para os Shoshinsha [初心者][1], Kōhai [後輩][2] ou Mukyū [無級][3] (termos intercambiáveis para referir-se aos principiantes na “Via” do Karatedō [空手道]).

Quando iniciamos nosso treinamento de Karatedō [空手道] nos deparamos com um mundo novo... com uma “mini” sociedade, na qual existe regras pré-estabelecidas para que haja ordem, organização e boa convivência dentro do Dōjō [道場].

Dentro deste “mundo” novo, cheio de regras, de etiquetas e cerimoniais, a maior barreira que o principiante encontra é a questão da nomenclatura utilizada nas aulas, pois o Karatedō [空手道], como o conhecemos hoje, foi “padronizado” no Japão e por isso utiliza termos e vozes de comandos japoneses.

Buscando amenizar esta barreira, fica aqui uma dica aos novatos (e aos não tão novatos assim)... estudem o Karatedō [空手道]. E quando falo em estudem... não falo unicamente na prática das técnicas... falo “literalmente” em estudo teórico que deve sempre acompanhar o desenvolvimento técnico ou prático (já enfatizei a importância disso quando falei sobre o conceito Bunbu-ichi [文武一]). Por quê? Porque, infelizmente, as questões teóricas relativas a nossa Arte Marcial é, de uma forma geral, abordada muito superficialmente.

{#} Denis Andretta [デニスアンドレッタ]



[1] Shoshinsha [初心者] – Principiante, Iniciante.

[2] Kōhai [後輩] – Júnior, Mais Novo, Mais Recente, Etc." (Na Escola, Trabalho, Grupo de Atividades, Etc.).

[3] Mukyū [無級] – Sem Grau, Sem Classe.

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Bunbu-ichi [文武一]  (Karatedō) escrito em terça 16 fevereiro 2010 15:06

 

Antes de abordar o conceito Bunbu-ichi [文武一] propriamente dito, irei postar alguns trechos do texto escrito pelos Hanshi[1] Ōgata Taketora e Hamada Teshin que foi gentilmente traduzido pelo Sr. Joséverson Goulart[2] e que trata da filosofia da Dai Nippon Butoku-kai[3] (filosofia esta embasada pelo referido conceito) para que se entenda a importância que o tema representa:

“É dito há muito tempo que a pena e a espada são como as duas rodas de uma carroça e as duas asas de um pássaro. Conseqüentemente, elas pertencem a um único conceito de virtude universal e são naturalmente inseparáveis.

(...) A "pena" são os meios através dos quais as pessoas governam-se a si mesmas de forma pacífica e através dos quais as pessoas cultivam e nutrem as cinco principais virtudes: benevolência, dever, lealdade, piedade filial e amor. A "espada", por outro lado, são os meios através dos quais as pessoas defendem e restauram tais virtudes quando julgarem que isso é inevitável.

(...) "A pena e a espada" são fundamentalmente os mesmos ideais filosóficos que estão em dependência direta um do outro.

É inegável que vemos na história humana o abandono da "pena" e a má utilização e exploração da "espada".

Manter "a pena e a espada" como uma virtude inseparável para a criação de uma grande sociedade pacífica é indispensável e vital para as gerações futuras.

Esperamos que as pessoas que seguem o Budō desenvolvam e cultivem os seus próprios caracteres e contribuam de forma decisiva para a educação moral das suas nações (ŌGATA; HAMADA)”.

Na realidade quando o texto fala da “pena” e da “espada”... está falando sobre o conceito Bunbu-ichi [文武一].

Literalmente, Bunbu-ichi [文武一] significa “Literatura (pena) e Militarismo (espada) são como uma única coisa”.

Para as “escolas da guerra”, esta expressão era dividida da seguinte maneira:

  • Bun [文] – Literatura;
  • Bu [武] - Militarismo;
  • Ichi [一] - O número um, uma única coisa.

E o conceito por trás desta expressão era:

“Que a teoria do combate (da Arte), deveria ser tão importante quanto à prática do combate (da Arte).” Ou seja, “estudar a arte” é tão importante quanto “praticar a arte”... Infelizmente, não é o que vemos hoje em dia…” (GOULART, 2006)

Antigamente, nas escolas de Artes Marciais Japonesas, era costume ter quadros pendurados nas paredes do Dōjō [道場][4] com o conceito Bunbu-ichi [文武一] inscritos, lembrando da importância desta união.

Atualmente, como as coisas estão? Muito se pratica... pouco se estuda (ou mesmo não se estuda)... e o que vemos?... distorções, negligências, comércio, etc...

{#} Denis Andretta [デニスアンドレッタ]

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Referências:

GOULART, Joséverson. Bunbu-ichi. Disponível em: http://judoforum.com/blog/joseverson/index.php. Acesso em 20 de Novembro de 2006.

TAKETORA, Ougata; TESHIN, Hamada. A filosofia da Dai Nippon Butoku-kai. Disponível em: <http://groups.google.com/group/andretta-no-kenkyushitsu/>. Acesso em: 9 de Abril de 2009. Tradução: Joséverson Goulart.



[1] Hanshi [範師] - Os ideogramas literalmente significam: "exemplo/modelo + mestre/perito/professor" - somando-se estas idéias, fica-se com a noção de algo como "mestre".

[2] Para conhecer o trabalho realizado pelo Sr. Joséverson Goulart pode visitar o site: http://judoforum.com/blog/joseverson/index.php .

[3] Dai Nippon Butoku-kai [大日本武徳会]: Associação das Virtudes Marciais do Grande Japão.

[4] Dōjō [道場] – Lugar onde se pratica o Caminho.

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Hebon-shiki Rōmaji [ヘボン式ローマ字]  (Karatedō) escrito em terça 16 fevereiro 2010 14:52

Nas considerações iniciais, quando expliquei como será realizado o trabalho neste “blog” mencionei o Sistema Hepburn de Romanização (Hebon-shiki Rōmaji [ヘボン式ローマ字][1]).

Porém, estou certo que muitos dos leitores devem estar se perguntando: “Mas afinal de contas, do que ele está falando? Do que se trata este tal Sistema?” Por isso, irei fazer uma breve abordagem do que é e como funciona este Processo de Romanização.

O Sistema Hepburn de Romanização foi desenvolvido pelo Reverendo James Curtis Hepburn (1815-1911) para transcrever os sons da Língua Japonesa (Nihongo [日本語]), para o Alfabeto Romano em seu dicionário Japonês–Inglês, publicado em 1867. Este sistema foi, posteriormente, revisado e chamado de Shūsei Hebon-shiki Rōmaji [修正ヘボン式ローマ字][2], versão que algumas vezes é chamada de Hyōjun-shiki Rōmaji [標準式ローマ字][3].

A versão atual do Sistema Hebon-shiki Rōmaji [ヘボン式ローマ字] apresenta as seguintes características:

  1. Utiliza o acento "mácron"[4] nas transcrições fonéticas dos Kanji [漢字] e dos Kana [仮名][5] para o Alfabeto Romano. Exemplo: Tōkyō [東京][6]. Se não utilizássemos o Sistema Hebon-shiki Rōmaji [ヘボン式ローマ字] a transcrição fonética ficaria da seguinte forma: Toukyou ou Tookyoo. A única exceção, com relação ao "mácron", é o alongamento do "i" que é grafado com duplo "ii". Exemplo: Kiiro [黄色][7].
  2. Quando houver consoantes dobradas, pronuncia-se como se houvesse uma pequena pausa, como um hífen no meio da palavra. Como exemplos, podemos citar alguns Kata [型][8] de Karatedō [空手道]: Tekki [鉄騎][9] (lê-se "tê-qui"), Bassai [抜塞][10] (lê-se "bá-sai"), Jitte [十手][11] (lê-se “dji-tê”). Contudo, toda regra tem sua exceção e por isso a regra acima não é válida no caso de "CH" que é lido como "tch" e "SH" que é lido como "x". Exemplos: Chintei [珍手][12] (lê-se “tchintê”) e Shitōryū [糸東流] (lê-se “xitô-riú”)
  3. O ditongo "ei" é pronunciado "ê", como exemplo temos a palavra Sensei [先生][13] que é pronunciada: “sensê”, ou ainda a expressão Seidenkai [誠伝会] cuja pronúncia é “sêden-cái”.
  4. O símbolo de nasalação "un"[14] ("m" ou "n" na Língua Portuguesa) é sempre grafado "n", exemplo: Ippon [一本][15], Nihon [二本][16], Sanbon [三本][17], Ninpō [忍法][18], Kankū [観空][19].
  5. Uma apóstrofe após um símbolo de nasalação ("n") seguido de vogal ou "y" separa as sílabas: Ken’ei Mabuni [賢榮摩文仁][20] (lê-se “quen-êi mabuni”), Pin’an [平安][21] (lê-se “pin-ân”)...

Em um primeiro momento pode parecer complicado a utilização deste processo, porém é tudo questão de prática...

Neste ponto pode surgir a seguinte dúvida: “o Sistema Hepburn de Romanização é a única forma oficial de transcrição que existe?”

Não! Existem outros dois Sistemas de Romanização, são eles: Kunrei-shiki Rōmaji [訓令式ローマ字][22] (também chamado Monbushō [文部省][23]) e Nihon-shiki Rōmaji [日本式ローマ字][24] também conhecido como Nippon-shiki Rōmaji [日本式ローマ字][25].

Vejamos algumas informações muito básicas sobre estes sistemas:

O Nippon-shiki Rōmaji [日本式ローマ字] é provavelmente o menos usado dos três sistemas principais. Foi originalmente criado como um método para os japoneses escreverem a sua própria língua. Segue a fonética japonesa e a ordem silábica rigidamente e é, portanto o único Sistema de Romanização que permite a transcrição literal (sem perdas) de e para Kana [仮名].

O Kunrei-shiki Rōmaji [訓令式ローマ字] é uma versão do Nippon-shiki Rōmaji [日本式ローマ字] ligeiramente alterada que elimina as diferenças entre a grafia do Kana [仮名] e a pronúncia moderna.

Embora, como vimos, o Sistema Hebon-shiki Rōmaji [ヘボン式ローマ字] não seja a única forma de transcrição que existe, é sem dúvidas o mais utilizado pelos ocidentais nos processos de transcrições da Língua Japonesa para o nosso alfabeto.

Outra possível indagação: “Para que utilizar um Sistema de Romanização?”

As respostas para esta questão são simples...

Para fazermos as coisas certas... Para apresentarmos informações corretas e fidedignas... Para dar seriedade ao nosso trabalho... Para fazer com que nossas pesquisas sirvam de fato como fonte ou referência para todos aqueles que queiram realizar um bom trabalho.

{#} Denis Andretta [デニスアンドレッタ]

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Referências:

GOULART, Joséverson. Autor vs Processo de Romanização (Transcrições Fonéticas). Disponível em: http://judoforum.com/blog/joseverson/index.php. Acesso em 20 de Novembro de 2006.



[1] Hebon-shiki Rōmaji [ヘボン式ローマ字] – Forma de Romanização Hepburn.

[2] Shūsei Hebon-shiki Rōmaji [修正ヘボン式ローマ字] – Forma de Romanização Hepburn Modificada.

[3] Hyōjun-shiki Rōmaji [標準式ローマ字] – Forma de Romanização Padrão.

[4] Um mácron ou um macro (do grego μακρός, makros, "grande") é um sinal diacrítico ( ¯ ) colocado sobre uma vogal originalmente para indicar que esta vogal é longa. Exemplo: ā (= aa), ē (= ee), ō (= oo), ū (= uu).

[5] Kana [仮名] é o termo geral para as escritas silábicas japonesas Hiragana [平仮名] (Escrita Silábica Cursiva) e Katakana [片仮名] (Escrita Silábica Fragmentada). Assim como o antigo sistema conhecido como Man'yōgana [万葉仮名] (Ideogramas Antigos Utilizados Com Valor Fonético), os Kana [仮名] foram desenvolvidos dos caracteres de origem chinesa conhecidos no Japão como Kanji [漢字], que se pronuncia Hànzì [漢字] (Sistema de Romanização Hànyǔ Pīnyīn [漢語 拼音]) em chinês, como uma alternativa de escrita (básica ou simplificada) e em adição a este último.

[6] Tōkyō [東京] – Tóquio, atual capital do Japão.

[7] Kiiro [黄色] – Cor Amarela.

[8] Kata [型] – Forma.

[9] Tekki [鉄騎] – Cavaleiro de Ferro.

[10] Bassai [抜塞] – Remover o Obstáculo.

[11] Jitte [十手] – Dez Mãos.

[12] Chintei [珍手] – Mãos Raras, Mãos Curiosas, Mãos Estranhas.

[13] Sensei [先生] – Professor, Doutor, Mestre.

[14] De acordo com o Sistema de Romanização Hepburn Hebon-shiki Rōmaji [ヘボン式ローマ字], este caractere é expresso com um "n" com til ("ñ"). Contudo, é muito mais fácil para nós omitirmos este til, uma vez que o mesmo não faz diferença na pronúncia.

[15] Ippon [一本] – Um Ponto.

[16] Nihon [二本] – Dois Pontos.

[17] Sanbon [三本] – Três Pontos.

[18] Ninpō [忍法] – Método Ninja.

[19] Kankū [観空] – Olhar para o Céu.

[20] Ken’ei Mabuni [賢榮摩文仁] – Atual Líder da Escola Shitō-ryū.

[21] Pin’an [平安] – Paz, Tranqüilidade.

[22] Kunrei-shiki Rōmaji [訓令式ローマ字] – Forma Instruída de Romanização.

[23] Monbushō [文部省] – Ministério da Educação, Cultura, Esporte, Ciência e Tecnologia.

[24] Nihon-shiki Rōmaji [日本式ローマ字] – Forma de Romanização Japonesa.

[25] Nippon-shiki Rōmaji [日本式ローマ字] – Forma de Romanização Japonesa.

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Manabu [学ぶ]  (Karatedō) escrito em terça 16 fevereiro 2010 14:45

 

Importante:

Quando tratamos da questão ensino/aprendizagem dentro das Artes Marciais Japonesas (Budō [武道]) não podemos deixar de mencionar a palavra Manabu [学ぶ].

Manabu [学ぶ], literalmente, quer dizer estudar seriamente, aprender, tomar lições.

Contudo, quando falamos em “estudar” dentro do contexto cultural japonês precisamos entender que esta é uma das “Vias” Japonesas de aperfeiçoamento... isso porque Manabu [学ぶ] abarca o sentido de “copiar e aperfeiçoar”, de adaptar as coisas para que elas funcionem melhor, de um estudo realizado a fundo... algo bem diferente do nosso velho e bem conhecido “decorar”, ou ainda do famoso “copiar e colar” tão usual em nossos dias.

Sendo assim, o Karateka [空手家][1] de coração deve ter sempre presente este pequeno conceito (Manabu [学ぶ])... pois ele pode fazer uma enorme diferença em seu conhecimento.

{#} Denis Andretta [デニスアンドレッタ]



[1] Karateka [空手家] – Especialista em Karate.

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